La sintomatología depresiva vinculada al uso problemático de redes sociales constituye un desafío emergente para la salud mental de los alumnos. EL objetivo del estudio fue analizar la relación entre la sintomatología depresiva y la adicción a redes sociales en estudiantes de la Unidad Educativa Adventista Loma Linda, Ecuador. Se empleó un enfoque cuantitativo, con diseño no experimental, de corte transversal y de tipo correlacional. La muestra estuvo conformada por 139 estudiantes. Los análisis evidencian correlaciones positivas moderadas entre adicción a redes sociales y sintomatología depresiva (ρ hasta 0,415; p < 0,001). A mayor adicción, aumentó significativamente la severidad de síntomas depresivos, confirmando un patrón consistente de riesgo psicológico. Se concluye que la adicción a las redes sociales constituye un factor de riesgo moderado para la salud mental de los adolescentes, pues intensifica la severidad de la sintomatología depresiva y evidencia asociaciones consistentes en todas sus dimensiones problemáticas específicas.
Depressive symptoms linked to problematic social media use represent an emerging challenge to students' mental health. The objective of this study was to analyze the relationship between depressive symptoms and social media addiction in students at the Loma Linda Adventist Educational Unit in Ecuador. A quantitative approach was used, with a non-experimental, cross-sectional, correlational design. The sample consisted of 139 students. The analyses revealed moderate positive correlations between social media addiction and depressive symptoms (ρ up to 0.415; p < 0.001). Greater addiction was significantly associated with increased severity of depressive symptoms, confirming a consistent pattern of psychological risk. It is concluded that social media addiction constitutes a moderate risk factor for adolescent mental health, as it intensifies the severity of depressive symptoms and shows consistent associations across all its specific problematic dimensions.
Os sintomas depressivos associados ao uso problemático das redes sociais representam um desafio emergente para a saúde mental dos estudantes. O objetivo deste estudo foi analisar a relação entre sintomas depressivos e dependência das redes sociais em estudantes da Unidade Educativa Adventista de Loma Linda, no Equador. Foi utilizada uma abordagem quantitativa, com um desenho transversal, correlacional e não experimental. A amostra foi constituída por 139 estudantes. As análises revelaram correlações positivas moderadas entre a dependência das redes sociais e os sintomas depressivos (ρ até 0,415; p < 0,001). Uma maior dependência esteve significativamente associada a um aumento da gravidade dos sintomas depressivos, confirmando um padrão consistente de risco psicológico. Concluise que a dependência das redes sociais constitui um fator de risco moderado para a saúde mental dos adolescentes, uma vez que intensifica a gravidade dos sintomas depressivos e apresenta associações consistentes em todas as suas dimensões problemáticas específicas.